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Na minha época...

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  Na minha época... Por Abilio Machado Tenho 60 anos. Sessenta. Não são mais 55, nem 50 — já atravessei oficialmente a fronteira onde muita gente da minha geração acredita que “cabelo branco” deveria vir com crachá vitalício de respeito e autoridade. Pois é… preciso te contar: não vem. O que vejo, na prática, é uma legião de profissionais que, em vez de estudar, se reciclar ou simplesmente admitir que o mundo mudou, preferem se esconder atrás da relíquia de museu chamada frase: “na minha época...”. Como se nostalgia fosse competência, como se lembrar de quando telefone tinha fio resolvesse os problemas de hoje. (E olha que ter telefone custava os olhos da cara e exigia fila de espera). Muitos acabam virando freio de mão puxado. Não inovam, não lideram, não arriscam. Armam barricadas contra qualquer mudança, sempre munidos de discursos emocionais que parecem saídos de novela mexicana. O resultado? Previsível: deixam de ser inspiração e viram estorvo. E o argumento da “experiência”? ...

*O PERIGO DOS VELHOS AMIGOS*

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*O PERIGO DOS VELHOS AMIGOS* Outro dia eu estava no mercado quando vi entrando um amigo do tempo de quartel, que não via há muito tempo. Feliz com o reencontro me aproximei já falando alto: - Arnaldo, sua bichona! Quanto tempo!!!!   E fui com a mão estendida para cumprimentá-lo. O Arnaldo, muito íntimo de Dorow, me reconheceu, mas antes mesmo que pudesse chegar perto dele só vi o meu braço sendo algemado. - Você vai pra delegacia! - Disse um policial que passava no momento.   Eu sem entender nada perguntei: - Mas o que que eu fiz? - HOMOFOBIA! Bichona é pejorativo. Nessa hora, antes mesmo de eu me defender, o Arnaldo interferiu tentando argumentar: - Que isso policial? O coroa manco é quatro-olhos aí é meu antigo amigo desde sempre, éramos do mesmo pelotão, a gente se chamava assim já naquela época! E nessa hora o policial já emendou a outra ponta da algema no Arnaldão: - Então você tá detido também. Aí foi minha vez de intervir: - Mas meu Deus, o que foi que ele fez? - BULLYI...

Mary McLeod Bethune - voce conhece a historia ?!

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   Era uma menina negra, tinha 12 anos. Entrou na casa onde a mãe lavava roupas para brancos. De repente, viu algo que nunca tinha visto: uma biblioteca. Foi se aproximando, curiosa, como quem descobre um universo escondido. Estendeu a mão para um livro. E então, a filha do patrão a deteve com uma frase que atravessaria a alma: — “Você é negra. Negros não sabem ler.” Aquela frase não a calou. Aquela frase acendeu um fogo. E mudou o rumo da sua vida. Seu nome era Mary McLeod Bethune. Nascida em 1875, na Carolina do Sul, filha de ex-escravizados, a 15ª de 17 irmãos. Desde cedo conheceu o peso do trabalho — e da exclusão. Mas naquele instante diante do livro — negado não pela lei, mas pelo racismo — ela entendeu: O que separava negros de brancos não era a inteligência. Era o acesso à educação. E então ela decidiu romper esse muro. Caminhava 16 quilômetros por dia para estudar em uma escola para crianças negras. Aprendeu a ler. E fez da leitura uma missão. Ensinou os pais. Os irmã...

O genro...

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 *O GENRO*                      Faltavam poucos dias para o casamento do Adolfo. A futura sogra, uma quarentona lindíssima de corpo escultural lhe diz: 👩: - Sempre achei você um jovem bonito, charmoso. Antes que você se casasse com minha filha, eu queria fazer amor com você. Adolfo arregalou os olhos 👀 e ficou paralizado com as palavras daquela deusa.  A sogra continuou:                                  👩: - Vou subir para o meu quarto e estarei te esperando. Caso mude de idéia, já sabe onde é a porta de saída. Adolfo esperou a sogra subir para o quarto, pensou por meio segundo, e saiu em disparada pela porta. Ao chegar no seu carro o sogro estava encostado com uma escopeta na mão, sorridente e o abraçou dizendo:          👨🏼: - Parabéns, Adolfo! Só queríamos ver se você era honesto e sério, e você passou no te...

Emma Rowena Gatewood : _Vou dar uma volta!

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Ela tinha 67 anos. 11 filhos. 24 netos. E um par de tênis surrados. Num dia comum, Emma Rowena Gatewood virou-se para a família e disse: — Vou dar uma volta. Parecia apenas mais uma senhora saindo para esticar as pernas. Mas o que ninguém sabia é que Emma não planejava um passeio pelo quarteirão. Ela estava prestes a reescrever a história — com coragem, silêncio e passos firmes. Nascida em 1887, em Ohio, Emma viveu o que muitas não sobreviveram: casou-se jovem com um homem brutal, sobreviveu a anos de violência doméstica e criou 11 filhos em meio ao medo. Mas dentro dela havia algo que a dor não conseguiu matar: a vontade de ser livre. Em 1955, aos 67 anos, vestindo um simples vestido de algodão, carregando um saco de ganga feito à mão e calçando tênis Keds, ela decidiu encarar um dos maiores desafios da América: o Trilho dos Apalaches — 3.470 km de montanhas, florestas, rios, frio, calor e solidão. Sem barraca. Sem mapa. Sem equipamento moderno. Apenas fé, força e uma alma indomável....

Uma vez PE sempre PE

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  UMA VEZ PE SEMPRE PE ! INFANTARIA ... Mais que uma arma uma família ! Nós somos estes infantes  Cujos peitos amantes  Nunca temem lutar;  Vivemos, Morremos,  Para ao Brasil nos consagrar!  Nós, peitos nunca vencidos,  De valor, desmedidos,  No fragor da disputa,  Mostremos,  Que em nossa Pátria temos,  Valor imenso, No intenso, Da luta.  És, ó nobre Infantaria,  Das armas a rainha,  Por ti daria A vida minha,  E a glória prometida,  Nos campos de batalha,  Está contigo, Ante o inimigo,  Pelo fogo da metralha!  És a eterna majestade,  Nas linhas combatentes,  És a entidade,  Dos mais valentes. Quando o toque da vitória  Marca nossa alegria,  Eu cantarei,  Eu gritarei: _És a nobre Infantaria!  Brasil, te darei com amor,  Toda a seiva e vigor,  Que em meu peito se encerra,  Fuzil! Servi-o!  Meu nobre amigo para guerra!  Ó! meu amado pe...

Efesios 1:3-14

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Efésios 1:3-14  Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos tem abençoado com toda sorte de bênção espiritual nas regiões celestiais em Cristo, assim como nos escolheu, nele, antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis perante ele; e em amor nos predestinou para ele, para a adoção de filhos, por meio de Jesus Cristo, segundo o beneplácito de sua vontade, para louvor da glória de sua graça, que ele nos concedeu gratuitamente no Amado, no qual temos a redenção, pelo seu sangue, a remissão dos pecados, segundo a riqueza da sua graça, que Deus derramou abundantemente sobre nós em toda a sabedoria e prudência, desvendando-nos o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplácito que propusera em Cristo, de fazer convergir nele, na dispensação da plenitude dos tempos, todas as coisas, tanto as do céu como as da terra; nele, digo, no qual fomos também feitos herança, predestinados segundo o propósito daquele que faz todas as coisas conforme o conselho da...