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Mostrando postagens de julho, 2025

*O PERIGO DOS VELHOS AMIGOS*

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*O PERIGO DOS VELHOS AMIGOS* Outro dia eu estava no mercado quando vi entrando um amigo do tempo de quartel, que não via há muito tempo. Feliz com o reencontro me aproximei já falando alto: - Arnaldo, sua bichona! Quanto tempo!!!!   E fui com a mão estendida para cumprimentá-lo. O Arnaldo, muito íntimo de Dorow, me reconheceu, mas antes mesmo que pudesse chegar perto dele só vi o meu braço sendo algemado. - Você vai pra delegacia! - Disse um policial que passava no momento.   Eu sem entender nada perguntei: - Mas o que que eu fiz? - HOMOFOBIA! Bichona é pejorativo. Nessa hora, antes mesmo de eu me defender, o Arnaldo interferiu tentando argumentar: - Que isso policial? O coroa manco é quatro-olhos aí é meu antigo amigo desde sempre, éramos do mesmo pelotão, a gente se chamava assim já naquela época! E nessa hora o policial já emendou a outra ponta da algema no Arnaldão: - Então você tá detido também. Aí foi minha vez de intervir: - Mas meu Deus, o que foi que ele fez? - BULLYI...

Mary McLeod Bethune - voce conhece a historia ?!

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   Era uma menina negra, tinha 12 anos. Entrou na casa onde a mãe lavava roupas para brancos. De repente, viu algo que nunca tinha visto: uma biblioteca. Foi se aproximando, curiosa, como quem descobre um universo escondido. Estendeu a mão para um livro. E então, a filha do patrão a deteve com uma frase que atravessaria a alma: — “Você é negra. Negros não sabem ler.” Aquela frase não a calou. Aquela frase acendeu um fogo. E mudou o rumo da sua vida. Seu nome era Mary McLeod Bethune. Nascida em 1875, na Carolina do Sul, filha de ex-escravizados, a 15ª de 17 irmãos. Desde cedo conheceu o peso do trabalho — e da exclusão. Mas naquele instante diante do livro — negado não pela lei, mas pelo racismo — ela entendeu: O que separava negros de brancos não era a inteligência. Era o acesso à educação. E então ela decidiu romper esse muro. Caminhava 16 quilômetros por dia para estudar em uma escola para crianças negras. Aprendeu a ler. E fez da leitura uma missão. Ensinou os pais. Os irmã...

O genro...

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 *O GENRO*                      Faltavam poucos dias para o casamento do Adolfo. A futura sogra, uma quarentona lindíssima de corpo escultural lhe diz: 👩: - Sempre achei você um jovem bonito, charmoso. Antes que você se casasse com minha filha, eu queria fazer amor com você. Adolfo arregalou os olhos 👀 e ficou paralizado com as palavras daquela deusa.  A sogra continuou:                                  👩: - Vou subir para o meu quarto e estarei te esperando. Caso mude de idéia, já sabe onde é a porta de saída. Adolfo esperou a sogra subir para o quarto, pensou por meio segundo, e saiu em disparada pela porta. Ao chegar no seu carro o sogro estava encostado com uma escopeta na mão, sorridente e o abraçou dizendo:          👨🏼: - Parabéns, Adolfo! Só queríamos ver se você era honesto e sério, e você passou no te...

Emma Rowena Gatewood : _Vou dar uma volta!

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Ela tinha 67 anos. 11 filhos. 24 netos. E um par de tênis surrados. Num dia comum, Emma Rowena Gatewood virou-se para a família e disse: — Vou dar uma volta. Parecia apenas mais uma senhora saindo para esticar as pernas. Mas o que ninguém sabia é que Emma não planejava um passeio pelo quarteirão. Ela estava prestes a reescrever a história — com coragem, silêncio e passos firmes. Nascida em 1887, em Ohio, Emma viveu o que muitas não sobreviveram: casou-se jovem com um homem brutal, sobreviveu a anos de violência doméstica e criou 11 filhos em meio ao medo. Mas dentro dela havia algo que a dor não conseguiu matar: a vontade de ser livre. Em 1955, aos 67 anos, vestindo um simples vestido de algodão, carregando um saco de ganga feito à mão e calçando tênis Keds, ela decidiu encarar um dos maiores desafios da América: o Trilho dos Apalaches — 3.470 km de montanhas, florestas, rios, frio, calor e solidão. Sem barraca. Sem mapa. Sem equipamento moderno. Apenas fé, força e uma alma indomável....

Uma vez PE sempre PE

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  UMA VEZ PE SEMPRE PE ! INFANTARIA ... Mais que uma arma uma família ! Nós somos estes infantes  Cujos peitos amantes  Nunca temem lutar;  Vivemos, Morremos,  Para ao Brasil nos consagrar!  Nós, peitos nunca vencidos,  De valor, desmedidos,  No fragor da disputa,  Mostremos,  Que em nossa Pátria temos,  Valor imenso, No intenso, Da luta.  És, ó nobre Infantaria,  Das armas a rainha,  Por ti daria A vida minha,  E a glória prometida,  Nos campos de batalha,  Está contigo, Ante o inimigo,  Pelo fogo da metralha!  És a eterna majestade,  Nas linhas combatentes,  És a entidade,  Dos mais valentes. Quando o toque da vitória  Marca nossa alegria,  Eu cantarei,  Eu gritarei: _És a nobre Infantaria!  Brasil, te darei com amor,  Toda a seiva e vigor,  Que em meu peito se encerra,  Fuzil! Servi-o!  Meu nobre amigo para guerra!  Ó! meu amado pe...